Ultimamente tenho observado que as conversas entre os amigos giram em torno de dores diversas, menopausa, viagra e outros suspensórios, e doenças de mãe e de pai. Esta sim, é uma conversa cada vez mais comum. O que fazer com nossos pais com memória fraca, incapacitados ou a caminho de. Reorganizar a vida toda pra cuidar deles, contratar pessoas pra ficar na casa ou transferi-los para casas ou clínicas especializadas são algumas das opções que se apresentam. Às vezes nos sentimos como se estivéssemos carregando o mundo nas costas por conta das obrigações familiares. Eu pensava assim e às vezes me sentia uma vítima. Isso até ler “Quem vai cuidar de nossos pais” de uma jornalista que trata de todas as facetas do envelhecimento. Vi que o que eu vivia era uma situação comum a milhares de pessoas que também deixavam de fazer suas coisas pra cuidar de familiares, que abriam mão de suas horas de descanso e lazer pra ficar com pais e mães, e que adiavam planos por causa deles. Como fazer ou deixar de fazer as coisas sem ficar em dívida com a família e sem a maldita culpa?
quinta-feira, 14 de fevereiro de 2008
Quem vai cuidar de quem
Ultimamente tenho observado que as conversas entre os amigos giram em torno de dores diversas, menopausa, viagra e outros suspensórios, e doenças de mãe e de pai. Esta sim, é uma conversa cada vez mais comum. O que fazer com nossos pais com memória fraca, incapacitados ou a caminho de. Reorganizar a vida toda pra cuidar deles, contratar pessoas pra ficar na casa ou transferi-los para casas ou clínicas especializadas são algumas das opções que se apresentam. Às vezes nos sentimos como se estivéssemos carregando o mundo nas costas por conta das obrigações familiares. Eu pensava assim e às vezes me sentia uma vítima. Isso até ler “Quem vai cuidar de nossos pais” de uma jornalista que trata de todas as facetas do envelhecimento. Vi que o que eu vivia era uma situação comum a milhares de pessoas que também deixavam de fazer suas coisas pra cuidar de familiares, que abriam mão de suas horas de descanso e lazer pra ficar com pais e mães, e que adiavam planos por causa deles. Como fazer ou deixar de fazer as coisas sem ficar em dívida com a família e sem a maldita culpa?
segunda-feira, 11 de fevereiro de 2008
Terremotos e furacões
Muitos me perguntam como é a Cidade do México, se é tudo aquilo que dizem, que é caótica, que o trânsito é coisa de louco, que tem muitos roubos etc. Minha resposta é uma só: quem vive em São Paulo tem PhD pra sobreviver em qualquer lugar.
Trânsito ruim? e o de São Paulo, o que é? Roubos? E os de São Paulo? Cidade caótica? E São Paulo? Só precisamos olhar para o nosso umbigo.
Depois de andar por regiões diferentes do México, registrei uma coisa interessante. A Cidade do México está sujeita a furacões e por isso, a cidade é plana, tem pouquíssimos edifícios se compararmos com São Paulo. Em qualquer lugar você encontra placas "Que hacer en caso de SISMO". Na região de Yucatán, a natureza manda os furacões. Então, as placas mostram "Que hacer en caso de HURACAN". E todas as placas de saída viram "rutas de evacuación".
Em Izamal (foto), na região de Yucatán, um simpático guia de um museu me dizia que os alertas sobre furacões são feitos pelo rádio, e em duas línguas, o espanhol e o maia. Nos povoados mais isolados, só se fala maia. Ele, que tem ascendência
maia, me disse que apesar de haver um convívio estreito entre os que falam as duas línguas, há muita estranheza quando o maia é utilizado nas emergências.
Em Izamal, peguei um "táxi" pra um povoado. Estava atrás das bordadeiras. Dentro do carro, só se falava maia. Tentaram conversar comigo, e como só falava meu parco portunhol, elas passaram a falar o espanhol. Me levaram pra conhecer o povoado e me apresentaram os trabalhos artesanais. Foi demais.
Depois de andar por regiões diferentes do México, registrei uma coisa interessante. A Cidade do México está sujeita a furacões e por isso, a cidade é plana, tem pouquíssimos edifícios se compararmos com São Paulo. Em qualquer lugar você encontra placas "Que hacer en caso de SISMO". Na região de Yucatán, a natureza manda os furacões. Então, as placas mostram "Que hacer en caso de HURACAN". E todas as placas de saída viram "rutas de evacuación".
Em Izamal (foto), na região de Yucatán, um simpático guia de um museu me dizia que os alertas sobre furacões são feitos pelo rádio, e em duas línguas, o espanhol e o maia. Nos povoados mais isolados, só se fala maia. Ele, que tem ascendência
Em Izamal, peguei um "táxi" pra um povoado. Estava atrás das bordadeiras. Dentro do carro, só se falava maia. Tentaram conversar comigo, e como só falava meu parco portunhol, elas passaram a falar o espanhol. Me levaram pra conhecer o povoado e me apresentaram os trabalhos artesanais. Foi demais.
quinta-feira, 7 de fevereiro de 2008
O caso dos três relógios
Tô de volta. Já caí na real e o México parece uma coisa longínqua. Nem deu tempo pra pensar nas possíveis mudanças que seriam feitas na volta. Viajar é muito legal, a gente descobre que tem um mundo lá fora girando, girando, independente de nós. A gente descobre que um bocado de gente viveu, comeu, bebeu, descobriu coisas muito antes de nascermos. Acho que todo mundo devia aproveitar as férias ou as viagens de trabalho, pra conhecer lugares novos.
Há alguns anos, viajava muito a trabalho. Viajava, trabalhava e voltava. Com o tempo, descobri que dá pra fazer as duas coisas: trabalhar e conhecer um pouco do lugar. Se a reunião é na segunda, vá na sexta à noite e aproveite o final de semana; se a feira é num final de semana, vá alguns dias antes. Se for possível, marque alguns compromissos perto de feriados prolongados. Também dá pra aproveitar. Enfim, muita gente diz que não viaja porque não tem dinheiro, não pode pagar passagens de avião etc. Às vezes, é só saber aproveitar melhor o tempo.
Cheguei de viagem e encontrei três relógios em cima da minha mesa. Um brinde. Bem, a chinesa que trabalha comigo disse que dar relógio de presente é sinal de mau agouro. Pô, precisava ser 3 de uma vez???? E o tal ano do rato, cheio de realizações que a Patty Difusa propaga???
Há alguns anos, viajava muito a trabalho. Viajava, trabalhava e voltava. Com o tempo, descobri que dá pra fazer as duas coisas: trabalhar e conhecer um pouco do lugar. Se a reunião é na segunda, vá na sexta à noite e aproveite o final de semana; se a feira é num final de semana, vá alguns dias antes. Se for possível, marque alguns compromissos perto de feriados prolongados. Também dá pra aproveitar. Enfim, muita gente diz que não viaja porque não tem dinheiro, não pode pagar passagens de avião etc. Às vezes, é só saber aproveitar melhor o tempo.
Cheguei de viagem e encontrei três relógios em cima da minha mesa. Um brinde. Bem, a chinesa que trabalha comigo disse que dar relógio de presente é sinal de mau agouro. Pô, precisava ser 3 de uma vez???? E o tal ano do rato, cheio de realizações que a Patty Difusa propaga???
segunda-feira, 4 de fevereiro de 2008
Fugindo do carnaval
Aqui sao as empresas que fazem o desfile, entao, tem carro alegórico da Coca-cola, da Corona, da Sol, das casas Sao Francisco etc. E uma multidao fica perfilada pelas ruas esperando os carros alegóricos que passam distribuindo brindes como chaveiros, canetas, copos de papel e de plástico etc. Agora mesmo, estou fazendo uma horinha antes de ir para o aeroporto e já tem um bocado de gente na rua desde as 14hs. E o carnaval só comeca äs 19h30!
Mérida é o ponto de partida pra um monte de programa. Já tinha ido a Uxmal e Chichén Itzá (foto), que sao duas zonas arqueológicas. Ontem pequei um onibus e fui bater numa cidadezinha chamada Izamal. É um lugar incrível, praticamente todas as casas sao pintadas de amarelo e branco. Muitos arcos e um antigo convento maravilhoso. Adorei a cidade e nao sei por quë nao a incluem nos roteiros turísticos daqui.
Agora vou pra Cidade do México pegar o ¨busao¨ pra casa.
quarta-feira, 30 de janeiro de 2008
Bailando na praça
Estou e Mérida, na Península de Yucatan. Cheguei e fui direto pra praça Santiago. Umas 200 pessoas estavam dançando ao som de uma musica parecida com a salsa. Um conjunto tocava animado num palco montado num canto da praçca. Vejam só: a cada dia da semana uma atividade em praça pública reúne dezenas de yucatecos. Em torno das praças ficam mesinhas com cadeiras pra comer as comidas típicas daqui. Muito legal. Uma noite deliciosa, quente. Conheci tres moradores da cidade e me contaram coisas otimas pra fazer e comer por aqui.
Hoje a noite tem apresentaçao do Ballet Folklorico da Universidade no Teatro Peón Contreras. Vou conferir. A foto é de um grupo folclórico, mas não sei o nome.
Amanha vou a uma reserva natural ver os flamingos. Depois conto.
terça-feira, 29 de janeiro de 2008
As aparencias enganam
Outro dia estava andando pela Central de Abasto e fiquei na maior duvida se devia ou não comer por ali, afinal, a aparência das bancas de comida não era nada boa. Bem, a fome era grande e me lembrei de uma dica do Antony Bourdain: procure a banca de comida mais cheia e veja se é frequentada por pessoas do local. Foi o que fiz e dei a maior sorte. Comi uns tacos deliciosos e tomei uma sopa muito saborosa. Não sei por que, mas eles chamam a sopa de consome. Quer mais frances que isso? E bem no meio de um mercado mexicano?
É isso ai. Já disse antes que as aparências enganam. E aqui no México isso vale pra quase tudo. Depois conto mais, porque agora bateu a fome e vou atrás de um restaurante chamado La Olla, que é da mãe da Pilar e foi muito bem indicado pela Lourdes Hernandez (da Casa dos Cariris, em São Paulo) que me deu muitas dicas culinárias pra minha viagem para o México.
P.S. desculpem a falta de acentos nas palavras, mas não cheguei a um acordo com o teclado.
segunda-feira, 28 de janeiro de 2008
O que comer?
Há alguns dias, quando estava na Central de Abasto, fiquei na maior dúvida se devia ou não comer por ali. Afinal, a aparência das bancas de comida não era das melhores. Bom, lembrei do Antony Bourdain que disse que basta observar o lugar mais cheio e se pessoas do lugar estão comendo. É tiro certo. Fiz isso, observei quais eram as bancas mais cheias e se os fregueses eram mexicanos. Bom, comi uns tacos muito bons e tomei uma sopa saborosíssima.
Aqui, as aparencias enganam. E isso vale pra quase tudo.
sábado, 26 de janeiro de 2008
Oaxaca é uma festa para os olhos
Oaxaca é uma festa para os olhos. A intensidade das cores aqui é uma coisa especial. Tudo é muito colorido, desde o casario até o artesanato. Os desenhos bordados em batas, vestidos, caminhos de mesa, xales e ponchos de lã levam vermelho, verde, amarelo, roxo, rosa, etc. Quase 100% dos tecidos são feitos a mão, muitos ainda elaborados pelas mulheres indigenas em teares presos a cintura.
A historia aqui continua viva. Enquanto nos museus e nas zonas arqueológicas vemos o passado resgatado, nas ruas permanecem comidas feitas com ingredientes que ja eram consumidos antes da chegada dos espanhóis. Tambem prevalecem alguns costumes como a forma de tecer, de tingir os tecidos etc. É o antigo e o moderno convivendo.
Tenho muitas fotos, mas por enquanto, fico devendo.
sexta-feira, 25 de janeiro de 2008
O reduto americano no Mexico
terça-feira, 22 de janeiro de 2008
Para os índios, o paraíso era lindo mesmo
Agora estou em Guanajuato. Uma cidade linda. Fica a umas quatro horas da Cidade do México. Acho que é a cidade mais viva que conheci por aqui. A Universidade abriga estudantes de todo o México e é uma efervescência constante. Parece que os jovens brotam das ruelas e becos que lembram o sul da Espanha, alguns lugares da Itàlia e de Portugal. Vasos nas sacadas, roupas pra secar ao sol, ruas tao estreitas que nao admitem um carro. E, é claro, muitas igrejas. As praças sao pontos de encontros das diversas tribos e de muitos turistas. Muitos alemaes, holandeses, japoneses e americanos andam por aqui.
Os turistas também enchem as ruas de Puebla. Ali eu joguei a toalha, afinal, quem é que consegue desvendar um cardápio que tem "truchas al epazote", cecina, chalupas, cemitas, tinga pobana, chiles en nogada etc. etc. etc? A felicidade é total quando a gente lê "papas a la francesa".
Mais notícias na próxima parada.
quarta-feira, 16 de janeiro de 2008
Faz falta umas rodinhas nos pés
Ando me deliciando nos mercados aqui da Cidade do México. Sao incríveis. Tem de tudo e reflete o que o mexicano cozinha e come em suas casas. Tem muitos "moles" que sao usados nos molhos e um monte de tipos de pimentas. Todo prato vem com pimenta. Já experimentei alguns tipos. Até agora o tal de Montezuma nao se vingou em mim. Dizem os moradores daqui que é no estado de Oaxaca que tudo é muito apimentado. Um deles me disse ontem: "No sé como lo aguentan!". Só nao ri por educacao.
Emocao mesmo é entrar na casa da Frida e ver de perto a cama, aquela onde ela viveu boa parte de sua vida e fez parte de seus trabalhos. A casa tem a cara dela. Muitos objetos e cores do México. Um jardim grande e espacos amplos pra receber os amigos. A casa fica numa cidadezinha chamada Coyoacan, perto da cidade do México, e tem a cara da nossa Embu das Artes. Os murais do Diego merecem um post a parte.
Na proxima parada conto um pouquinho mais. Agora vou bater perna.
segunda-feira, 7 de janeiro de 2008
Caderninho de viagem
Na última postagem falei que minha mãe anotava num caderninho (em japonês) as receitas de diversos doces. Eis que no sábado, uma amiga querida me presenteou com um caderninho pra levar para o México. Fiquei muito feliz, porque tenho o hábito de anotar coisas nas minhas viagens. Registro coisas gostosas que vejo, como, bebo, leio. Faço desenhos de árvores, pássaros, montanhas, copio riscos de bordado. Algum tempo depois, revendo as anotações, refaço a viagem. É ótimo.Antes de viajar, o caderno já tem uma colagem. É a capa do livro com fotos e receitas preferidas da Frida Khalo, escrito pela filha do Diego Rivera. A indicação é de uma amiga com quem vi a edição americana que é linda. Vou tentar encontrar a edição em espanhol.
sexta-feira, 4 de janeiro de 2008
As latas de minha mãe
Minha mãe veio de Hiroshima em 1938, casou com meu pai no sistema do miai (casamentos arranjados entre famílias) e teve 10 filhos. Na roça, em contato com outras mulheres que já estavam no país há mais tempo, ela aprendeu a usar os ingredientes locais e a fazer doces. Muita coisa aprendemos com ela, mas a maior parte de suas anotações, feitas num caderninho, não consegui recuperar enquanto ela estava lúcida.
Dois doces ficaram na lembrança: a maria-mole e o pudim de lata. Pudim de lata? Isso mesmo: ela misturava os ingredientes e colocava tudo dentro de uma lata de sorvete redonda e alta, caramelizada. Depois de tampada, era levada a cozinhar em panela fechada. Só era aberto depois de frio. Pra fazer a maria-mole ela usava uma lata quadrada de biscotos. Não lembro se era Duchen. Ficava aquele quadrado branco coberto com coco ralado. Dá até água na boca!
Hoje bateu o saudosismo. Ela tá travando uma batalha enorme, se alimentando com uma sonda até que recupere sua saúde. Será que em algum cantinho da memória ela ainda guarda essas delícias que ela fazia?
Dois doces ficaram na lembrança: a maria-mole e o pudim de lata. Pudim de lata? Isso mesmo: ela misturava os ingredientes e colocava tudo dentro de uma lata de sorvete redonda e alta, caramelizada. Depois de tampada, era levada a cozinhar em panela fechada. Só era aberto depois de frio. Pra fazer a maria-mole ela usava uma lata quadrada de biscotos. Não lembro se era Duchen. Ficava aquele quadrado branco coberto com coco ralado. Dá até água na boca!
Hoje bateu o saudosismo. Ela tá travando uma batalha enorme, se alimentando com uma sonda até que recupere sua saúde. Será que em algum cantinho da memória ela ainda guarda essas delícias que ela fazia?
quarta-feira, 2 de janeiro de 2008
Alma gorda x alma magra
pedra
.
.
sobre
.
.
pedra
E manda um recado pras casadas: cuidado! seu maior inimigo pode ser seu próprio marido, segundo a autora. Uns mentem sobre sua aparência, outros dão caixas de bombons de presente, outros ainda se metem a gourmet caseiro e capricham nos ingredientes que engordam como manteiga, cremes, molhos etc.
Bom, restou pouco pra gordinhas e gordinhos de plantão.
Ainda bem que não fiz promessa de fazer dieta em 2008! Vou continuar dando minhas desculpas pra manter a cervejinha amiga e ser feliz.
¡Que viva México!

Meu nome é México! Pois é, ando a toda, lendo e vendo coisas sobre o país que vou visitar em breve. E uma das coisas mais lindas que vi recentemente foi ¡Que viva México!, dirigido pelo mesmo Eisenstein do Encouraçado Potenkin. Numa co-produção União Soviética/Estados Unidos/México, o filme foi rodado em 1931-32, porém levou uns 40 anos pra ser editado e lançado no mercado. Grigory Alexandrov, que assinou o roteiro junto com Eisenstein, foi o responsável pela edição e trouxe à tona imagens lindas sobre as tradições, os costumes e a fibra do povo mexicano. O filme tem quatro episódios – Maguey, Fiesta, Soldadera e Sandunga -, e um epílogo Dia de muertos, que mostra a dualidade vida e morte.
Enquanto assistia ao filme, não pude deixar de pensar em Intolerance, feito por Griffith em 1916, que também é de uma riqueza de imagens e de recursos cinematográficos impressionantes.
Fica a sugestão aos amantes do cinema: ¡Que viva México! é maravilhoso. Vale a pena ver. Ou rever.
Enquanto assistia ao filme, não pude deixar de pensar em Intolerance, feito por Griffith em 1916, que também é de uma riqueza de imagens e de recursos cinematográficos impressionantes.
Fica a sugestão aos amantes do cinema: ¡Que viva México! é maravilhoso. Vale a pena ver. Ou rever.
Assinar:
Postagens (Atom)