Vejam que bonita a apresentação dos dançarinos de Taubaté e da companhia de dança Krisztina de Châtel, da Holanda. Eles usaram a estação São Bento do metrô como cenário.
sexta-feira, 7 de novembro de 2008
Dança no metrô
Vejam que bonita a apresentação dos dançarinos de Taubaté e da companhia de dança Krisztina de Châtel, da Holanda. Eles usaram a estação São Bento do metrô como cenário.
E por falar em panelada...
No próximo domingo, no "sabores e a música do Ceará no domingo brasileiríssimo" vai ter sopa de peixe e caldinho de feijão, panelada, baião de dois, moqueca de caju, peixada cearense (com legumes e pirão), mungunzá salgado, creme de frango, carne seca ao forno (no leite) e feijão de corda. E de sobremeza, mungunzá doce e bolo de macaxeira.
O buffet custa R$ 24,90 por cabeça (menores de 5 anos não pagam; de 5 a 12 anos pagam meia), e por fora vai ter a cajuína tropical (Ceará), 100% natural do caju, sem adição de açúcar, as cachaças Guaramiranga, Colonial e Ypioca (Ceará) entre outras 200 marcas, e o sorvete de graviola e outros (100% natural, sem saborizantes, 0% gorduras).
A música fica por conta de Anunciação (voz e violão) e Lucimara (percussão) que incluíram o “Pessoal do Ceará” (Amelinha, Belchior, Fagner e Ednardo) no cardápio.
E a programação dos domingos no Canto promete (mas é bom confirmar antes de ir) :
Novembro
16 - Os Sabores do Pará
23 - Os Sabores da Bahia
30 - Os Sabores de Pernambuco
Dezembro
7 - Os sabores do Maranhão
14 - Os sabores do Sudeste e Centro-Oeste
21 - Um pouquinho do Brasil - Natal
28 - Um pouquinho do Brasil – Ano novo
Serviço:
Bar Canto Madalena
Rua Medeiros de Albuquerque, 471 (perto do sacolão da Vila Madalena)
Horário de funcionamento aos domingos: das 12h às 19h
Reservas e informações: 3813-6814
quarta-feira, 5 de novembro de 2008
São Paulo: 4º lugar em cortesia?!
Nos últimos dias andava meio intolerante com "pequenas" faltas de gentileza dos paulistanos. É o motoqueiro que buzina o dia inteiro, anda na calçada e passa o farol vermelho; o motorista que joga o carro sobre os pedestres ou que aparece de repente e "rouba" aquela vaga que você está aguardando, o vizinho que pega "emprestado" o jornal pra ler, jovens que não dão lugar a pessoas idosas nos ônibus, aquele espertinho que fura a fila no supermercado, e tantas outras situações que já estavam me fazendo desacreditar do ser humano.
E não é que hoje abro o jornal e descubro que São Paulo é a 4ª cidade mais cortês do mundo? Onde é que nós vamos parar desse jeito???? Então, o resto do mundo deve estar cometendo atrocidades no dia-a-dia!!!!
Diz a matéria do Estadão que repórteres disfarçados da revista Readers Digest investigaram os bons modos em 36 cidades. O que eles mediram: "se os moradores têm o hábito de ajudar a pegar objetos caídos na rua, de agradecer em situações rotineiras como nas compras, e ainda de praticar gentilezas como segurar a porta para alguém entrar no edifício..."
Bem, se São Paulo é a 4ª mais cortês, imaginem o resto.
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segunda-feira, 3 de novembro de 2008
Homens unidos pelo fim da violência contra as mulheres
Taí uma bela campanha que o governo brasileiro lançou no dia 31 de outubro pra mobilizar a população masculina em torno do problema da violência contra a mulher. O Brasil é o primeiro país a aderir à campanha mundial, criada em fevereiro desse ano, pela Organização das Nações Unidas (ONU).
No Brasil, uma mulher é espancada a cada 15 segundos. No mundo, uma a cada três mulheres já foi espancada, estuprada, escravizada ou sofre algum tipo de violência. Os dados são da Fundação Perseu Abramo e da Anistia Internacional, respectivamente.
A campanha brasileira consiste na utilização do site www.homenspelofimdaviolencia.com.br para reunir assinaturas de homens que queiram participar da iniciativa. A meta é atingir 90 mil adesões.
Se você é homem, assine; se você é mulher, avise convide os amigos a participar.
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quarta-feira, 29 de outubro de 2008
O carnaval de Mérida e de Manaus
terça-feira, 28 de outubro de 2008
A casa dos meninos e o cheiro da panelada

Nas redondezas, dois botecos: o Mané Bofão e o Kbeça de chave. O primeiro fazia panelada toda semana. Colocava um panelão quase da minha altura (tenho o equivalente a uma fita métrica) na calçada, e ali mesmo punha-se a cozinhar tripas, bucho, mocotó e mais algumas coisinhas. A coisa começa a cheirar (e mau) no sábado de manhã e seguia pelo final de semana. Apesar de ser aventureira, ficava sempre com um pé atrás com essa gororoba gordurenta e mau-cheirosa. Mesmo sob o sol escaldante vinha gente de todos os cantos da cidade pra saborear a tal panelada.
O outro botequeiro era o Kbeça. De onde saiu esse nome não sei, mas lembro que todas as equipes da redação do jornal onde eu trabalhava passavam por ali a caminho da redação depois de cumprir suas pautas. Sinuca e cerveja. Esse era o segredo dele. E uma moçada incrível que a gente encontrava a qualquer hora do dia ou da noite. Depois de muito tempo vim descobrir que o Kbeça era um fugitivo da polícia, que tinha matado alguém no Rio. Imagine lugar mais público pra se esconder: um boteco coalhado de jornalistas! Escolheu bem.
Acho que nenhum dos dois existem mais. A "casa dos meninos” rendeu até uma mesa no Dia Mundial da Fotografia em Fortaleza. A prefeitura de lá promoveu um ciclo DeVERcidade – Encontro de Olhares sobre a Cidade e convidou o Ed, o Celso, o Jacques, o Silas, o Arnaldo Fontenele e outros fotógrafos para um painel chamado "Casa Rufino". Achei ótimo.
sexta-feira, 24 de outubro de 2008
Fim de semana: faça um bolo de cupuaçu
Mas cuidado: leia a receita inteira antes de fazer o bolo. Fiz a besteira de ir juntando os ingredientes olhando a receita por alto. Resultado: ao invés de separar 1 xícara de açúcar para o caramelo, coloquei as cinco xícaras na massa!
Princípio básico pra quem quer cozinhar:
1º - separar todos os ingredientes antes de colocar a mão na massa;
2º - ler a receita antes de começar a fazer o prato.
A fruta in natura, pode ser encontrada no supermercado Mambo e no Ceasa (SP), mas os grandes supermercados das capitais já vendem a polpa en saquinhos.
Bolo de cupuaçu (15 porções)
2 xícaras (chá) de polpa de cupuaçu
5 xícaras {chá) de açúcar
1 xícara (chá) de manteig a
1 xícara(cha)de leite (líquido)
4 xicaras (chá) de farinha de trigo 1 colher (chá) de fermento
3 pingos de essência de baunilha
S ovos (inteiros)
Modo de Preparo:
- Bater a manteiga com quatro xícaras de açúcar, muito bem batidos ate conseguir um creme.
- Aos poucos e sempre batendo bem, ir acrescentando a farinha de trigo, os ovos, o leite, o fermento e a baunilha.
- Caramelizar com a xícara de açúcar restante uma forma redonda própria para bolo.
- Envolver toda a forma já caramelada, com a polpa do cupuaçu e em seguida acrescentar a massa que foi batida.
- Levar ao forno brando para assar.
quarta-feira, 22 de outubro de 2008
A Vila Mariana está subindo
Escrevi a uma amiga que morava na minha rua e hoje está no Canadá, que a casa da família dela, junto com um monte de outras casas, tinha sido derrubada. Mais um prédio vai subir ali.Ela me respondeu: “Pois a velha Vila Mariana está ficando vertical. Esta morrendo aos poucos, assim como as padarias, as feiras ... tudo que fazia de Sao Paulo um lugar legal. Me lembro do velho bonde que ia até Praça da Se, a loja de armarinhos da Turca, ali na esquina entre a Neto de Araújo, Bartolomeu de Gusmão e Lins. O clube de bocha. E a padoca, Flor da Lins ... E os japoneses que vinham vender tofu, ou que traziam o São Paulo Shimbum, e o tintureiro. Todos esses japinhas vinham de bicicleta. Imagino se o sapateiro, esqueci o nome dele, continua la.”
Pois é, e eu respondi que dessa turma toda, só o sapateiro continua ali. Por incrível que pareça, eu o conheço desde que troquei a Vila Madalena pela Vila Mariana, mas também não sei o nome dele. É português com certeza. Na região se instalou uma colônia portuguesa grande que se reunia, segundo minhas vizinhas companheiras de ponto de ônibus, em torno de uma bica que existia no bairro. Passavam o domingo fazendo piquenique, com toalha estendida sobre a grama e muita comida e bebida sobre ela. E a criança correndo solta. Imagino a cena. E olhe que não se passaram tantos anos assim, desde que o centro da cidade se expandiu e derrubou a mata pra dar lugar a casas, e agora aos prédios.
Eu não vivi muito essa fase do bonde. Cheguei em São Paulo com a família em 1964 e nessa mesma década o bonde deixava de circular na região.Mas ainda peguei a época em que o entregador deixava a garrafa de leite cheia sobre o muro e levava o vasilhame vazio. Eram bons tempos esses.
terça-feira, 21 de outubro de 2008
Saci mascote da Copa do mundo no Brasil em 2014

Taí a contribuição do Ohi, nosso cartunista saciólogo, para a campanha "Saci mascote da copa do mundo em 2014". Segundo Mouzar Benedito, nosso saci albino, o saci é o mito brasileiro mais popular e é o único conhecido no país todo, sem necessidade de explicações sobre sua identidade. A Sosaci apóia. E já que outubro tem festa do saci, nada melhor que aproveitar o sábado, dia 25, pra lançar a campanha. Vai ser na Praça Benedito Calixto, a partir das 14hs, no espaço do projeto "Autor na Praça".
Líquido + espuma = chopp
Se tem uma coisa que irrita barmens e donos de bares, é cliente que pede chopp sem colarinho. É claro que ninguém quer bater boca com cliente, mas acho que cairia muito bem uma boa conversa, um convite pra degustar um chopp bem tirado e uma explicação pra existência de um colarinho de pelo menos dois dedos.
No começo da semana, li no jornal que a briga contra o colarinho foi bater no tribunal Regional Federal, em Santa Catarina. Ou seja, como se a Justiça não tem nada pra fazer, usou seu tempo pra julgar um processo de um restaurante que havia sido multado por vender menos líquido do que entendia o Inmetro. O bar entendia que a espuma fazia parte do chopp, mas o Inmetro discordava. A peleja se arrasta desde 2.000. E haja papelada e tempo do judiciário! O bar ganhou a parada e agora já existe jurisprudência pra outras ações semelhantes.
Dizem que quem faz gastronomia acaba virando um chato, mas no meu caso, a defesa do colarinho vem de muito antes de começar a fazer meu curso. Entendo e concordo com a necessidade do colarinho pra manter o chopp na temperatura ideal, ou seja, refrescante como deve ser.
terça-feira, 14 de outubro de 2008
Pequi sem espinhos? E cadê a graça?
Pesquisadores da Universidade Federal de Uberlândia (UFU) descobriram um fruticultor no norte do Tocantins, o sr. Bdijai Tchucarramae, que tinha uma árvore de pequi que não apresentava o espinho no caroço. Correram pra lá, recolheram uns caroços e uns galhos e fizeram testes. E viram que é possível fazer nascer o tal pequizeiro tanto pela germinação das sementes como pela enxertia. Não é demais? Artigo sobre isso foi publicado por Warwick Estevam Kerr da UFU na Revista Brasileira de Fruticultura, Vol. 29, Nº 01. Quem tiver interesse na nova planta, entre em contato com o autor do artigo no e-mail kerr@ufu.br
Se tirarem o espinho do caroço do pequi como é que os goianos e os cearenses vão provocar os incautos visitantes? Como vão ficar ali à espreita pra ver se algum desafortunado morde a fruta e acaba no pronto-socorro pra tirar aquela montanha de espinhos espetados por toda a boca? Pois é, não pensem vocês que TODO goiano, ou que TODO cearense avisa: NÃO PODE MORDER O CAROÇO DO PEQUI! Como vocês sabem, espírito de porco (que me perdoem os bichinhos) tem em todo canto.
Só pra lembrar os incautos: os atuais pequis ainda têm este monte de espinhos que a foto do Silvestre Silva mostra.
segunda-feira, 13 de outubro de 2008
E por falar em coisas do Pará...
O selo do cupuaçu
Daqui a pouco vou ter que mudar o nome do blog de Perfume de Pequi pra Perfume de Cupuaçu! Só penso nele! Pobrezinho do pequi, deve estar se sentindo "jogado pras traças".
Nas minhas buscas por ilustrações para meu TCC cheguei ao site Filatelia e Selos e ando trocando alguns e-mails com o "dono" da página.
quinta-feira, 9 de outubro de 2008
Homenagem a Antonio Candido na 3ª, dia 14
