segunda-feira, 10 de maio de 2010
Ensinamentos das mães de antigamente
Recebi uma desses e-mails engraçados e selecionei algumas práticas de mães que Hoje são consideradas politicamente incorretas, mas algumas funcionavam muito bem lá em casa, afinal, éramos 10 (D-E-Z) irmãos!
- MOTIVAÇÃO - "Continua chorando que eu vou te dar uma razão veradeira para você chorar!"
- ANTECIPAÇÃO - "Espera só até seu pai chegar em casa!"
- PACIÊNCIA - "Calma!.... Não se preocupe... Quando chegarmos em casa, aí sem, você vai ver só..."
- ENFRENTAR OS DESAFIOS - "Olhe pra mim! Me responda quando eu te fizer uma pergunta!"
-RACIOCÍNIO LÓGICO - "Se você cair dessa árvore, você vai quebrar o pescoço e aí eu vou te dar uma surra!"
- GENÉTICA - "Vocé igualzinho ao merda do seu pai" (minha mãe não dizia essa)
- MINHAS RAÍZES - "Tá pensando que nasceu de família rica, é?"
- SABEDORIA DA IDADE - "Quando você tiver a minha idade, você vai entender."
- JUSTIÇA - "Uum dia você vai ter seus filhos, e eu espero que eles façam pra você o mesmo que você faz pra mim! Aí você vai ver o que é bom!"
- RELIGIÃO - "É melhor você rezar pra essa mancha sair do tapete!"
- DETERMINAÇÃO - "Vai ficar aí sentado até comer toda a comida!"
sábado, 8 de maio de 2010
O Remanso do Peixe, em Belém, é sensacional!
Fica no Marco, bairro meio afastado do centro, numa vila. A entrada muito simples. O manobrista avisa que o restaurante é lá em cima, ou seja, é preciso subir as escadas. O que se vê lá em cima, é um restaurante requintado para os padrões da cidade. Decoração de muito bom gosto, serviço decente e a comida...
Bom, deu até água na boca só de lembrar do bolinho de piracuí e da peixada com camarões cozida no tucupi. É de comer gemendo. A comida é de primeira. Excelente.
Acho que no Remanso, aconteceu o mesmo que no Mocotó do Rodrigo Oliveira. No começo do negócio, o pai tocava e depois os garotos assumiram as panelas e o resultado taí: comida de primeira e casa cheia sempre.
domingo, 25 de abril de 2010
Vai ter Festa do Divino em São Luiz do Paraitinga
quinta-feira, 25 de março de 2010
Para viver a utopia é preciso voar alto!
"Para sermos felizes precisamos saber que todos temos os mesmos direitos: de comer bem, de se interrelacionar; de ser feliz; de ter prazer."
Ele mostrou que Slow Food não quer dizer apenas "comer devagar" como traduzem alguns apressados. Slow Food, na visão de sweu criador, é o movimento que defende a valorização dos produtores e dos saberes tradicionais, conjugados com uma mudança nos hábitos de produção e de consumo da sociedade moderna.
Ele critica a situação em que se encontra o mundo hoje, onde o mercado determina as relações e onde é mais caro pagar um dietólogo que vai dizer "não coma" do que comprar alimentos.
Sobre desperdício, Petrini é taxativo: são produzidos alimentos para 12 bilhões de pessoas, porém, no total somos 6 bilhões sobre a Terra. Resumindo: metade dos alimentos produzidos vai para o lixo.
Entre os paradoxos atuais, ele cita o fato de existirem ao mesmo tempo milhões de obesos na América e outros tantos milhões de famintos na África.
Sobre a gastronomia, ele disse que ela tem papel fundmental: resgatar princípios como a cultura, a política, a responsabilidade. "Temos que ter uma visão que conjugue o que é Bom - Limpo - Justo". Para Petrini, nunca se falou tanto em comida, e nunca se perdeu tanta diversidade. Reconstituir nossas lembranças gustativas deve estar no horizonte das pessoas.
A saída para a situação atual, segundo ele, é a prática do respeito à diversidade das culturas e dos alimentos,o reforço da aricultura local, a ajuda aos camponeses, o incentivo ao nascimento de grupos de componeses e de consumidores.
E aos jovens da platéia, ele deixou o recado: “é preciso sonhar, voar alto, praticar a utopia”
sexta-feira, 19 de março de 2010
Salve a Caipirinha. Eu apóio.
Derivan de Souza (é outro Souza) considerado o mais importante mestre da arte da bebida no Brasil, também faz a sua de limão e cachaça. Vejam o processo neste vídeo do Paladar
Bom, e não é que apareceu um movimento em prol da velha e boa caipirinha de limão e cachaça? Taí um movimento mais que interessante. A iniciativa é da Cachaça Leblon e tem até um site.
Manifesto Salve a Caipirinha
Salve a Caipirinha
Nós formalmente declaramos que não queremos mais ver nossa caipirinha sendo feita com vodka ou saquê ao invés de cachaça.
Nós não aceitamos que esse drink, famoso e respeitado no mundo inteiro, seja desrespeitado no Brasil.
Não podemos tolerar que matem a alma da caipirinha: a cachaça.
Nós acreditamos que a cachaça deveria ser feita artesanalmente em alambiques tradicionais, e que temos o direito de saber quando ela é produzida em massa.
Nós temos fé que uma caipirinha feita com uma boa cachaça pode ser tão elegante, nobre e suave quanto qualquer outro coquetel.
E assim, convictos dos nossos ideais, acreditamos que agora é a hora de beber a Caipirinha do jeito que ela foi feita.
Com cachaça boa de alambique.
Desta forma, nós salvaremos a Caipirinha.
Quem quiser assinar, entre aqui
quinta-feira, 11 de março de 2010
Carlo Petrini no Brasil

Acabo de saber que o italiano Carlo Petrini, fundador do movimento Slow Food vem para o Brasil para participar do Terra Madre Brasil que acontece de 19 a 22/3, no Complexo Cultural da FUNARTE em Brasília e vai reunir produtores orgânicos de todo o país. Saiba mais clicando aqui
Na sequência ele vem pra São Paulo pra fazer duas palestras e lançar o livro Slow Food, princípios da nova gastronomia. Os dois eventos serão no dia 24/3. O primeiro vai ser no Centro Universitário Senac - Campus Santo Amaro das 10h30 às 12h20 (11 5682-7300 e campussantoamaro@sp.senac.br). Inscrições on line no site (em eventos). O segundo evento, será na Livraria Cultura Conjunto Nacional (na série Entre Estantes & Panelas), às 18h30.
segunda-feira, 8 de março de 2010
Recomeçar, sempre!
Na foto, ao fundo está o que restou da igrejinha das Mercês e à esquerda, e scondido entre os tapumes, o Sol Nascente que deve reabrir no final deste mês de março. Força Alice!
quinta-feira, 4 de março de 2010
Coisa de goiano
O "Tem base?" também é famoso por lá. Tradução: "Pode uma coisa dessas?". O sol em Goiás é forte, todo mundo sabe. É tão forte que "Chega dói". Se o sujeito vai a Goiânia, sempre pode se abrigar na sombra de uma arvrinha. Ou de uma arvrona. Se quiser se refrescar, sempre pode lavar o rosto no córgo.
Se você quiser saber se o goiano vai à festa, a resposta vai ser algo parecido com "Uai, vô!". Se a porção de comida é muito grande, o goiano vai dizer "Num dô conta". Mas "I don't understand" em Goiás também é "Num dô conta!". E por aí vai. Assim que o goianês estiver decorado, pode comprar a passagem!
Passei o Carnaval com um grupo animadíssimo de goianos e pude matar a saudade desses e de outros "jeitos" de falar da moçada. O goiano é super receptivo, ele só não dá jeito naquele calorão dos infernos!!!!!
segunda-feira, 1 de março de 2010
Bazar e leilão Solidariedarte para São Luiz do Paraitinga e Cunha
Será nos dias 5 e 6 de março o Solidariedarte, um bazar/leilão/exposição que amigos das duas cidades vão promover no Hotel Mazzaropi, em Taubaté. O leilão evento é beneficente e 100% da renda obtida do leilão será revertida para a área cultural das cidades de Cunha e São Luiz do Paraitinga.Livros, discos, fotografias, cerâmicas e outros objetos também estarão à venda no bazar.
O catálogo das obras a serem leiloadas podem ser vistas no blog Solidariedarte
O desenho em bico de pena é uma das doações de Tom Maia.
quarta-feira, 24 de fevereiro de 2010
Meus bolinhos de piracuí assados

O jeito mais comum de preparar o bolinho é fritando, mas resolvi experimentar uma receita que recolhi na internet e adaptá-la pra uma versão mais light, assada. A degustação foi num aniversário e quem experimentou achou muito bom. Não ficou a dever nada ao bolinho frito. Muitos disseram que se parecia com bacalhau.
Segue a receita adaptada, que na falta do piracuí, pode ser feito com o bacalhau demolhado, e desfiado dentro de um pano. Veja na foto da Neide como o peixe fica em fiapos:
Esta aqui é a receita original do bolinho de piracuí que catei no site Tudo gostoso. Ela foi enviada por Edilena da Silva e Sousa. Adaptei as quantidades, diminuindo pela metade a quantidade de batata e de temperos. Acrescentei sal e uma pitada de pimenta-do-reino. Assim, o bolinho ficou mais saboroso. Fiz as bolinhas, pressionei levemente com um garfo (como a gente faz com os biscoitos de nata) e pincelei azeite por cima. Depois coloquei no forno pra assar. Ficou ótimo.
1 kg de batata
250 g de farinha de peixe (piracuí) sem espinhas
2 ovos
1 maço de cebolinha picada
1 maço de salsa picada
1maço de coentro picado
2 cebolas médias picado
Pimenta de cheiro a gosto picados
Manteiga (apenas para enrolar os bolinhos e para não grudar na mão)
Azeite de oliva a gosto
Óleo de cozinha (para fritar)
Só festa, agora...
Mas o que eu vi no Rio e que gostei muito foram os blocos. O povo carioca leva a sério esse negócio de sair nos blocos. Fazem fantasias, colocam os bichos pra fora. Vejam só nessa foto. Alegria pura. Vou até propor para os amigos que no próximo ano a gente se reúna e faça fantasias pra sair nos blocos de São Paulo. Afinal, parece que a coisa tá crescendo aqui também.
quinta-feira, 11 de fevereiro de 2010
Mandela livre!
Meditação andando
Concentração é tudo. Cortar legumes pensando na agenda lotada, é dedo cortado na certa; costurar prestando atenção na televisão, é dedo espetado na certa; tirar o bolo do forno pensando na feira, é dedo queimado na certa. E por aí vai.
Estar presente é uma das coisas mais difíceis em tempos de agenda cheia e tempo curto.
Mas vale tentar. Quem quiser começar, pode ler o livro Meditação Andando: Guia para a Paz Interior, do mestre zen budista THICH NHAT HANH (da Ed. Vozes). É bem fininho, só pra animar!
quinta-feira, 4 de fevereiro de 2010
As receitas vegetarianas do Templo Zu Lai
Vai ser lançado hoje, na Fnac Paulista (19hs), o livro Sabor e Saúde: as melhores receitas vegetarianas do Templo Zu Lai, de Jasmine Chen (Ed. Escrituras). A autora administra a cozinha e a cafeteria do Templo Zu Lai, em Cotia, e dá aulas de culinária vegetariana.Lá pra trás frequentei o Templo Zu Lai, com uma turma que se reunia em torno de três acupunturistas: o Jou el Jia, o Norvan e a Lilian. Foi um tempo muito bom, mas depois as pessoas se dispersaram e os três médicos também. Nesse período, frequentávamos as cermiônias promovidas no Templo e lembro muito bem da comida excepcional que serviam ali. Cozinheiras chinesas se reuniam e se esmeravam para oferecer o melhor da comida vegetariana.
Algumas pessoas não acreditam que grãos, tofu, proteína texturizada de soja, cereais, tubérculos, verduras e legumes podem resultar em pratos muito saborosos, mas é possível sim. Neste livro estão reunidas 60 receitas com esses ingredientes. Algumas delas: bolinho de tofu, churrasquinho vegetariano, croquete de abóbora, estrogonofe de carne de soja, feijoada vegetariana, hambúrger vegetariano, salada de rúcula com manga, shiitake na manteiga, shimeji à milanesa.