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quarta-feira, 2 de janeiro de 2008

¡Que viva México!


Meu nome é México! Pois é, ando a toda, lendo e vendo coisas sobre o país que vou visitar em breve. E uma das coisas mais lindas que vi recentemente foi ¡Que viva México!, dirigido pelo mesmo Eisenstein do Encouraçado Potenkin. Numa co-produção União Soviética/Estados Unidos/México, o filme foi rodado em 1931-32, porém levou uns 40 anos pra ser editado e lançado no mercado. Grigory Alexandrov, que assinou o roteiro junto com Eisenstein, foi o responsável pela edição e trouxe à tona imagens lindas sobre as tradições, os costumes e a fibra do povo mexicano. O filme tem quatro episódios – Maguey, Fiesta, Soldadera e Sandunga -, e um epílogo Dia de muertos, que mostra a dualidade vida e morte.

Enquanto assistia ao filme, não pude deixar de pensar em Intolerance, feito por Griffith em 1916, que também é de uma riqueza de imagens e de recursos cinematográficos impressionantes.

Fica a sugestão aos amantes do cinema: ¡Que viva México! é maravilhoso. Vale a pena ver. Ou rever.

segunda-feira, 1 de outubro de 2007

A exceção e a regra, de Bertolt Brecht

No artigo publicado no boletim NPC 112 Tropa DA elite ou Matou na favela e foi ao cinema, Adriana Facina (UFF/Observatório da Indústria Cultural), Mardonio Barros (MST/Observatório da Indústria Cultural) e Claudia Trindade (Casa de Oswaldo Cruz) analisam o filme Tropa de Elite e a "missão" dos homens de preto.

E de Brecht:
Estranhem o que não for estranho.
Tomem por inexplicável o habitual.
Sintam-se perplexos ante o cotidiano.
Tratem de achar um remédio para o abuso.
Mas não se esqueçam de que o abuso é sempre a regra.