sexta-feira, 18 de maio de 2012

“Mães de Maio” autografam o livro “Do Luto à Luta”


Quem quiser conhecer e prestigiar as "Mães de Maio", elas estarão no sábado na Praça Benedito Calixto autogrando o livro Do luto à luta. O movimento foi criado a partir da matança ocorrida em 2006, em São Paulo, quando 493 pessoas foram assassinadas em São Paulo entre os dias 12 e 20 de maio daquele ano. O movimento é integrado por mães, familiares e amigos de vítimas da violência e luta para exigir investigação e responsabilização pelos crimes e para que eles não caiam no esquecimento.





  

Os Crimes de Maio de 2006 podem ser definidos como uma matança decorrente da contra-ofensiva da polícia de São Paulo aos ataques da organização criminosa Primeiro Comando da Capital (PCC), em maio de 2006. De acordo com a própria Secretaria de Segurança Pública, o PCC foi responsável pela morte de 47 pessoas. No entanto, no período de 12 a 20 de maio, 493 pessoas foram assassinadas por armas de fogo, de acordo com informações do Conselho Regional de Medicina (Cremesp). Ou seja, os demais 446 assassinatos entraram para as estatísticas de crimes não esclarecidos. Há fortes indícios de que as mortes tenham sido praticadas por policiais em represália aos ataques do PCC. Os episódios teriam sido provocados por uma guerra entre bandidos e os agentes do Estado de São Paulo. Os policiais estavam sob o comando do então secretário de Segurança Pública, Saulo Abreu de Castro, que ordenou para todos os policiais saírem “à caça dos suspeitos”. Parentes das vítimas desses crimes iniciaram uma luta por justiça e para que esses crimes não caíssem no esquecimento. Nasceu assim o movimento Mães de Maio.

Mães de Maio - É uma rede de Mães, Familiares e Amigos de vítimas da violência do Estado Brasileiro (principalmente da Polícia), formado aqui no estado de São Paulo a partir dos famigerados Crimes de Maio de 2006. Foi a partir da Dor e do Luto gerado pela perda de nossos filhos, familiares e amigos que nos encontramos, nos reunimos e passamos a caminhar juntas. “Nossa missão é lutar pela Verdade, pela Memória e por Justiça para todas as vítimas da violência contra a população Pobre, Negra, Indígena e contra os Movimentos Sociais brasileiros, de Ontem e de Hoje. Verdade e Justiça não apenas para os mortos e desaparecidos dos Crimes de Maio de 2006 ou dos Crimes de Abril de 2010, mas para todas as vítimas do massacre contínuo que o estado pratica historicamente no país. Nosso objetivo maior é construir, na Prática e na Luta, uma sociedade realmente Justa e Livre.” (www.maesdemaio.blogspot.com.br).
Sobre o livro “Do Luto a Luta” – Lançado para lembrar os cinco anos dos crimes de Maio de 2006, apresenta relatos das mães, poesias e contribuições em forma de artigo sobre a luta em prol dos direitos humanos de organizações parceiras das Mães de Maio. Reúne textos de mães e familiares: Débora Maria (mãe de Edson Rogério), Ednalva Santos (mãe de Marcos), Vera de Freitas (mãe de Mateus), Francisco Gomes (pai de Paulo), Francilene Gomes (irmã de Paulo), Ângela Moraes (mãe de Murilo), Rita de Cássia (mãe de Rogério) e Flávia Gonzaga (mãe de Marcos Paulo). Traz também poesias de escritores periféricos: Sérgio Vaz (Cooperifa), Michel Yakini (Elo da Corrente), Sarau da Brasa, Marcelino Freire, Rodrigo Ciríaco (Cooperifa e Mesquiteiros), Poeta Dinha, Hélber Ladislau (Cooperifa), Rapper GOG (DF), Jairo Periafricania (Cooperifa) e Armando Santos (São Vicente-SP). Também inclui análises de outros parceiros, entre eles Luiz Inácio, membro do Fórum Estadual de Juventude Negra (Fejunes), que escreve sobre o extermínio da juventude negra no Espírito Santo. Os demais parcerios são Rede Contra a Violência (RJ), Alípio Freire, Danilo Dara, Jan Rocha, Lio Nzumbi (Reaja-BA), Sérgio Sérvulo e Tatiana Merlino. As Ilustrações ficaram por conta do artista-parceiro Carlos Latuff (RJ), e o Projeto Gráfico pela companheira-designer Silvana Martins (Sarau da Ademar). O livro foi apoiado e só poderia ter sido realizado com a importante força das compa-jornalistas Ali Rocha, Maria Frô e Rose Nogueira, além do apoio fundamental do Fundo Brasil de Direitos Humanos.

O stand Raizarte é uma livraria circular, que tem por objetivo de trazer um grupo de mulheres vendedoras da “Revista Ocas" e de outras literaturas para geração de renda de forma alternativa e autônoma. O Stand circula por festas, reuniões, eventos e faculdades levando a literatura e a informação para as pessoas, independente de adquirirem nosso material, porque além da venda nos importa informar e manter a comunicação, alegria e aproximação com todos, podendo também, nessa forma de trabalho, mostrar nossa arte.

Gilmar - É cartunista, tem mais de 40 anos, publica seus desenhos em jornais, revistas e livros. É autor de cinco coletâneas de tiras, três delas adotadas pelo governo para distribuição em bibliotecas públicas. O livro mais recente: “Ocre - Quadrinhos não recomendáveis para pessoas românticas”. Recebeu o prêmio HQ MIX de melhor cartunista brasileiro e em 2006 conquistou o Prêmio Jornalístico Vladimir Herzog com a Charge “Matou Morreu” sobre o enfrentamento da polícia e o PCC em 2006. Saiba mais: www.gilmaronline.zip.net.

O projeto O Autor na Praça
O projeto O Autor na Praça começou no dia 1º de Maio de 1999 e teve como primeiro convidado o dramaturgo e escritor Plínio marcos, que se tornou padrinho do projeto e dá nome ao espaço onde acontece (tenda na feira de Artes da Praça Benedito Calixto), naquela ocasião Plínio autografou uma nova edição do livro “Querô – uma repostagem maldita”. Além de comemorar os 13 anos do projeto e do espaço Plínio Marcos, queremos manifestar nosso apoio ao movimento por justiça contra a violência policial oocorrida em maio de 2006, recebendo o Movimento “Mães de Maio”, em tarde de autógrafos do livro “Do Luto à Luta”, leituras e depoimentos. Contaremos também com a participação do Stand Raizarte, que reúne mulheres vendedoras da Revista OCAS e a presença do cartunista Gilmar, que recebeu o prêmio Vladimir Herzog em 2006 com a charge “Matou, Morreu” sobre o confronto entre a Polícia Militar e o PCC. O evento vai acontecer das 15 as 18h no Espaço Plínio Marcos e convidamos a todos para acompanhar a entrega do IV Prêmio Carrano de Luta Antimanicomial e Direitos Humanos, logo em seguida, as 19h, no auditório da Biblioteca Alceu Amoroso Lima, basta sair da praça e atravessar a Av. Henrique Schaumann. Outras informações abaixo.

O Autor na Praça celebra 13 anos e recebe as “Mães de Maio”.
Espaço Plínio Marcos – Tenda na Feira de Artes da Praça Benedito Calixto – Pinheiros
Dia 19 de maio, sábado, a partir das 15h. (evento em espaço aberto ao público).
Informações: Edson Lima – 3739 0208 / 7105 0551 - oanp@uol.com.br. 
Realização: Edson Lima & AAPBC. Apoio: AEUSP, Grupo Tortura Nunca Mais, Consulado Mineiro e O Cantinho Português.



Com divulgação do projeto Autor na Praça.

quarta-feira, 16 de maio de 2012

Manifesto em Defesa de um Julgamento Justo

 Recebi este texto de uma amiga e acho que traduz o que penso. Se concordar, assine a petição no endereço ao final.




Amigas e amigos,

Estou encaminhando o abaixo-assinado Por um julgamento justo, que se refere ao julgamento dos réus envolvidos no chamado mensalão. O objetivo deste abaixo-assinado é resumido pelo seu nome. Queremos evitar um julgamento baseado nos humores do espetáculo midiático e um linchamento público em função de imagem pré-concebida.


Certamente o episódio de uso de recursos de caixa dois de empresas para pagar dívidas de campanha e futuras campanhas enojou muitos de vocês. Mais do que isso, tirou as esperanças em mudanças, no jeito de fazer política. Entendo o desencanto. Eu fiquei fui nocauteada no episódio.

Mas não podemos aceitar que a direita transforme um enorme erro político de financiamento ilegal de campanha --erro político e legal-- em arma contra o avanço das forças progressistas. Os que cometeram o erro, que paguem por ele. Mas queremos um julgamento justo, com penas para os crimes cometidos, e não para os crimes "montados", como a farsa do pagamento de mesada a parlamentares, que interessam ao jogo das forças políticas contra as mudanças em nosso país que abram espaço para os novos protagonistas, que eliminem a miseria e permitam ao povo ter comida, teto e educação para decidir seu futuro.

Estou enviando este abaixo-assinado para uma relação de amigos. Muitos vão concordar e assinar. Outros vão discordar. Outros ainda podem até concordar mas, pelas posições que ocupam, não podem se expor. A estes peço que consigam o apoio de um integrante de sua família.

A lista vai fechada e o sigilo está preservado.

Aos que concordarem com a tese, sugiro que repliquem para seus outros amigos.


Um abraço,



Acabei de ler e assinar este abaixo-assinado online:
«Manifesto em Defesa de um Julgamento Justo»
http://www.peticaopublica.com.br/?pi=P2012N24655

Assine o abaixo-assinado aqui
http://www.peticaopublica.com.br/?pi=P2012N24655 e divulgue-o por seus
contatos.

quinta-feira, 10 de maio de 2012

Para entender a América Latina



Publicado por Emir Sader. no Blog da Boitempo (ao final da nota, veja a lista dos livros indicados para se entender a América Latina. 

A revista Nueva Sociedad, da Fundaçao Ebert, da social democracia alemã, editada em Buenos Aires e dirigida por Pablo Stefanoni, para comemorar seus 40 anos, perguntou a intelectuais latino-americanos qual livro destacariam como fundamental para entender a América Latina. 13 intelectuais responderam  (eu estou entre eles) e esse conteúdo está no número 238 da revista, que pode ser encontrado em www.nuso.org 
A gama de respostas é muito variada, vai da literatura do cubano Alejo Carpentier a Os sertões, passando pelo peruano Jose Maria Arguedas e pelo cubano Leonardo Padura, entre outros. Responderam escritores conhecidos como o nicaraguense Sergio Ramirez, ensaístas como o colombiano Jesus Martin Barbero e Adolfo Gilly, entre outros.
Sergio Ramirez destaca duas obras do realismo fantástico de Carpentier: O reino deste mundo e O século das luzes. A tematização do poder carismático é clássica na literatura latino-americana das ultimas décadas, com Carpentier, García Marques, Vargas Llosa, entre outros.

A ensaísta argentina Maria Pia Lopez escolhe, para nossa surpresa,
Os sertões, pela ambivalência entre civilização e barbárie, o que torna suas reflexões universais, segundo ela.

O historiador cubano Rafael Rojas elege
Ariel, do uruguaio José Enrique Rodó, como texto clássico que tematiza, a partir do personagem de Shakespeare, as relações entre o centro e periferia.

O grande teórico dos estudos culturais, o colombiano Jesus Martin Barbero, escolheu um clássico dos estudos urbanos,
Latinoamerica: las ciudades y las ideas, do argentino José Luis Romero, que enfoca os temas da urbanização e da modernização nas nossas grandes cidades.

O pensador e militante trotskista mexicano Adolfo Gilly indicou
Os rios profundos, de José Maria Arguedas, pela capacidade de criação literária a partir das identidades e dos idiomas indígenas, do grande escritor peruano.

Samuel Farber, o trotskista norteamericano, escolheu
O homem que amava os cachorros, a extraordinária obra do cubano Leonardo Padura, pela capacidade de expressar os maiores dramas vividos por Cuba e sua revolução.

A historiadora argentina Vera Carnovale optou por
Sobre la violencia revolucionaria, Memorias y olvidos, do argentino Hugo Vezzetti, balanço de obras voltadas sobre as experiências militantes de movimentos revolucionários latino-americanos.

O ensaísta norteamericano John Beverley indicou
Me chamo Rigoberta Menchu, o livro de memórias da líder indígena guatemalteca.

Alfred Stein, economista guatemalteco, escolheu uma das obras do grande pensador cristão Franz Hinkellamert,
El discernimento de los fetiches: Capitalismo y cristianismo.

A historiadora boliviana Carmen Soliz apontou a obra do sociólogo chileno José Bengoa,
La emergencia indígena en America Latina.

O italiano radicado no México, Massimo Modonesi, escolheu uma obra do irlandês também radicado no México, John Holloway,
Agrietar el capitalismo: El hacer contra el trabajo.
O venezuelano Carlos Avila optou por Trabajos del reino, do mexicano Yuri Herrera, uma ficção passada na fronteira do México com os EUA.

Finalmente, eu escolhi
A dialética da dependência, de Ruy Mauro Marini, que considero a melhor chave para entender o desenvolvimento do capitalismo na América Latina.
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Emir Sader nasceu em São Paulo, em 1943. Formado em Filosofia pela Universidade de São Paulo, é cientista político e professor da Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas da Universidade de São Paulo (FFLCH-USP). É secretário-executivo do Conselho Latino-Americano de Ciências Sociais (Clacso) e coordenador-geral do Laboratório de Políticas Públicas da Universidade Estadual do Rio de Janeiro (Uerj). Coordena a coleção Pauliceia, publicada pela Boitempo, e organizou ao lado de Ivana Jinkings, Carlos Eduardo Martins e Rodrigo Nobile a Latinoamericana – enciclopédia contemporânea da América Latina e do Caribe (São Paulo, Boitempo, 2006), vencedora do 49º Prêmio Jabuti, na categoria Livro de não-ficção do ano. Colabora para o Blog da Boitempo quinzenalmente, às quartas.

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¿Qué nos cuentas, América Latina?

Nueva Sociedad 238, Marzo-Abril 2012
Sergio Ramírez Los monstruos de la razón. En diálogo con "El reino de este mundo" y "El siglo de las luces", de Alejo Carpentier.
María Pía López La civilización al descubierto. En diálogo con "Los sertones", de Euclides da Cunha.
Rafael Rojas El lenguaje de la juventud. En diálogo con "Ariel", de José Enrique Rodó.
Jesús Martín Barbero El poder de las masas urbanas. En diálogo con "Latinoamérica: las ciudades y las ideas", de José Luis Romero.
Emir Sader América Latina y la economía global. En diálogo con "Dialéctica de la dependencia", de Ruy Mauro Marini.
Adolfo Gilly José María Arguedas, Mario Vargas Llosa y el Papacha Oblitas. En diálogo con "Los ríos profundos", de José María Arguedas.
Samuel Farber La izquierda y la transición cubana. En diálogo con "El hombre que amaba a los perros", de Leonardo Padura.
Vera Carnovale ¿Por un mundo mejor? En diálogo con "Sobre la violencia revolucionaria. Memorias y olvidos", de Hugo Vezzetti.
John Beverley Subalternidad y testimonio. En diálogo con "Me llamo Rigoberta Menchú y así me nació la conciencia", de Elizabeth Burgos (con Rigoberta Menchú).
Alfredo Stein La visibilidad de lo invisible. En diálogo con "Las armas ideológicas de la muerte. El discernimiento de los fetiches. Capitalismo y cristianismo", de Franz Hinkelammert.
Carmen Soliz El rostro de América Latina. En diálogo con "La emergencia indígena en América Latina", de José Bengoa.
Massimo Modonesi Las derivas de las izquierdas latinoamericanas. En diálogo con "Agrietar el capitalismo. El hacer contra el trabajo", de John Holloway.
Carlos Ávila La utilidad de la sangre. En diálogo con "Trabajos del reino", de Yuri Herrera.

quarta-feira, 9 de maio de 2012

Festa do Divino de São Luiz do Paraitinga: veja a pogramação completa



A prefeitura de São Luiz do Paraitinga divulgou a programação da Festa do Divino que começa no dia 18 e termina no dia 27 de maio. Além das atrações de todos os anos - cavalhada, congada, procissões, afogado, e outras manifestações culturais da cidade e da região -, esta edição traz também o Jongo do Tamandaré, que vai se apresentar no Largo das Mercês no dia 25.



Confira a programação completa

Dia 18/maio – Início da Novena – (Sexta-feira)
18h45 – Procissão das Bandeiras, saída do Império (Rua Barão  do Paraitinga, nº.12)
19h00 – Benção das Novas Bandeiras do Divino e Novena*, na Praça
21h30 – Associação Banda Musical de Quiririm, na Praça
“Projeto Educacional através da Música de Quiririm”
23h00 – Lucas Souza, no Coreto
23h00 – Seresta pelas ruas do centro histórico da cidade, com o Grupo de Seresteiros Luizense  e convidados

Dia 19/maio – (Sábado do Encontro das Bandeiras)
06h00 – “Ladainha das Rogações”, saída da Capela das Mercês, seguida de  Missa
16h00 – Encontro das Bandeiras, ao lado do Campo de Futebol: saídas da casa do Sr. Antonio Sales (Chácara Rodrigues Sales, Bairro Rio Acima) e do Coreto da Praça.
Apresentação do grupo de Dança de Fitas de São Luiz do Paraitinga, em frente ao Império
19h00 – Novena
19h15 – Show com as duplas “Pratas da Casa”, de São Luiz, no Mercado Municipal
19h30 – Distribuição gratuita do afogado, no Mercado Municipal
20h30 – Moçambique e Congada, em frente ao Império
22h30 – Show com o cantor e violeiro Miltinho Edilberto, no Coreto
01h00 – Show com a dupla Loro e Lucas, no Coreto
Dia 20/maio (Domingo)
08h00 – Missa
10h00 – Missa
19h00 – Novena
21h00 – Show com a dupla Douglas e Vinicius, no Coreto
Dia 21 de maio (Segunda-feira)
19h00 – Novena
21h30 – Gustavo Salinas e Cia \ Paulo Baroni e convidado , na Tenda da Barraca da Festa
Dia 22 de maio (Terça-feira)
19h00 – Novena
21h30 – Patrícia e Cia \ Leandro Barbosa e convidado, na Tenda da Barraca da Festa
Dia 23/maio – (Quarta-feira)
19h00 – Novena
21h30 – Retreta com a Corporação Musical São Luiz deTolosa, no Coreto
23h00 – Gustavo e Michele, na Tenda
Dia 24/maio – (Quinta-feira)
19h00 -  Novena
21h30 – Show com Wilson Cruz e Cristiano, no Coreto
Dia 25/maio – (Sexta-feira)
12h00 – Almoço oferecido pelos festeiros para os idosos residentes da Vila de São Vicente de Paula
19h00 – Novena
1h30 – Dança de São Gonçalo, na Capela das Mercês
22h00 – Show com Juliana Andrade e Jucimara, no Coreto
22h15 -  Jongo do Tamandaré, no Largo das Mercês
23h45 – Show  com a Banda Bicho de Pé, no Coreto
Dia 26/maio – (Sábado)
10h30 – Missa em homenagem aos festeiros e foliões do Divino (in memorian) de nossa cidade
11h30- Show com as duplas luizenses “Pratas da Casa”, no Mercado Municipal
12h00 – Distribuição gratuita do AFOGADO, no Mercado Municipal
14h00 – Brincadeiras Infantis na Praça Dr. Oswaldo Cruz e saída dos bonecões, João Paulino e Maria Angu
15h30 – Cavalhada de São Pedro, do Distrito de Catuçaba, na Praça 8 de maio
16h00 – Show com a Banda Namoradeira, no Coreto
17h00 – Roda de Capoeira, na Rua do Império
17h30 – Marco Aurélio e Mayara, na Tenda
19h00 – Novena
20h00 – Apresentação da FAMIG – Fanfarra Monsenhor Ignácio Gióia, na Praça Dr. Oswaldo Cruz
21h30 – Grupos de Congadas e Dança de Fitas, na Rua do Império
22h00 – Danças do Sabão e Caranguejo, no coreto
22h30 – Queimas de Fogos
23h30 – Show com a dupla Indio Cachoeira e Cuitelinho, no Coreto
01h00 – Show com o grupo Trem da Viração, no Coreto
Dia 27/maio – (Domingo de Pentecostes)
05h30 – Alvorada Congada do Alto do Cristo e Maracatu Baque do Vale, pelas ruas da cidade
06h00 – Alvorada Corporação Musical São Luiz de Tolosa, pelas ruas da cidade
06h30 – Distribuição gratuita de Café com Paçoca, no Mercado Municipal
08h00 – Missa
09h00 – Moçambique, Congada, Cavalo Marinho e Dança de Fitas, na Rua do Império e centro histórico
09h40 – Procissão com os Reis Congos, saindo do Império do Divino
10h00 – Missa
12h00 – Procissão do Mastro, saindo da Praça Dr. Oswaldo Cruz
13h30 – Pau de Sebo e saída dos bonecões João Paulino e Maria Angu, na Praça
14h00 – Show com Os Favoritos da Catira, no Coreto
16h00 – Procissão solene em honra ao Divino Espírito Santo, seguida de Missa
20h00 – Show de Encerramento com o Grupo de violas e violões Itaboaté, na Tenda da Barraca da festa
Tema da Novena: “A paz esteja convosco”. Dito isto, mostrou-lhes as mãos e o lado e continuou: “Recebeis o Espírito Santo”.

Revista Veja deve ir para o banco dos réus


CPI precisa chamar o dono da Editora Abril.  O bicheiro pautava a revista Veja? Até agora ele era acusado de ser fonte privilegiada do jornalista Policarpo Jr. editor da revista e de manter relações estreitas com a revista. Mas as gravações que vieram a público agora, mostram que Cachoeira e seus amigos pautavam a revista e ainda determinavam onde deveriam ser publicadas as notas que lhes interessavam.

Agora é a hora: de colocar a mídia brasileira no bando dos réus. Vejam a nota publicada no Blog da Cidadania, por Eduardo Guimarães, em 7/5/2012. Ao final está o vídeo da matéria veiculada pela TV Record.

Reportagem da Record sobre Veja irá destravar regulação da mídia


Faz-se necessária uma análise serena sobre o que pode e deve provir da reportagem sobre a revista Veja que a TV Record levou ao ar na noite do último domingo, pois pode inaugurar um novo ciclo do debate sobre a regulação da comunicação no Brasil.

O que de mais imediato se deve lembrar é que, à diferença do que alguns podem estar pensando, não foi a primeira grande matéria jornalística contendo críticas à imprensa em uma grande rede de televisão. Em 2009, no âmbito de efêmera guerra aberta que eclodiu entre Record e Globo e Record e Folha de São Paulo, todos esses veículos certamente perderam mais do que ganharam.
Desta vez, porém, será diferente.

A menos que alguma grande TV tome as dores da Veja, a nova guerra midiática será desigual. O público que a Record abrange é infinitamente maior que o da Veja. E não é só isso. As acusações entre Record, Globo e Folha não foram sobre fatos concretos como agora.

Agora, a Record não acusou a Veja por relações com a ditadura militar. Há um fato concreto, uma poderosa organização criminosa pode ter sido integrada pelo Grupo Abril, em última análise. E os crimes supostamente cometidos podem ser claramente tipificados.
Resta analisar o impacto da matéria sobre o público. Ainda à diferença de embates anteriores da Record contra veículos de comunicação, este, pelo que acaba de ser explicado, certamente induziu setores da população a uma reflexão sobre a mídia que certamente nunca fizeram.

É aquele setor da sociedade que só pensa em futebol, novela e Carnaval. Que se limita a ver telejornais sem prestar muita atenção e a ler capas de jornais e revistas pendurados nas bancas de jornais durante os dias úteis, quando esse perfil de cidadão sai pela manhã para trabalhar.

Eis que um dos principais entraves à propositura de uma lei da mídia ao Congresso pode ter sido fortemente reduzido, só não se sabe se ao ponto de desmontar a argumentação da mídia sobre “censura” quando se toca no assunto.

Todavia, a matéria da Record sobre a Veja preparou a sociedade para os debates sobre a mídia que deverão sobrevir da CPI do Cachoeira, conforme presidente e relator da investigação declararam que ocorrerão.

É infinitamente diferente uma matéria de capa da revista Carta Capital de uma reportagem de imensos 15 minutos na televisão, reportagem que granjeou 15 pontos no Ibope. No momento em que escrevo, milhões de brasileiros estão comentando o assunto.

Aliás, como a reportagem de domingo foi repetida mais de uma vez na segunda-feira, só quem vive no mato, sem qualquer meio de comunicação com o mundo exterior, poderá escapar. Todo o esforço que a mídia fez para ocultar o caso, foi em vão.

Não foi à toa que o presidente do PT, Rui Falcão, declarou que, após enfrentar os bancos, o novo oligopólio que o governo Dilma deverá enfrentar deve ser o da mídia. Nunca antes na história deste país existiram condições tão favoráveis para tanto.
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Assista, neste link, à reportagem da Record

Slow Food São Paulo e Masseria Lorenza promovem a Oficina do Gosto “ Em torno do Pão”


Além de conhecer os processos de fermentação, os participantes vão colocar a mão na massa e fazer oito tipos diferentes de pão.


Degustação guiada com Cláudio Lorenzo

Pães sugeridos para degustação: azeitonas pretas, cebola, integral de linhaça, multicereais com cobertura de sementes, cevado de cerveja, pão de sementes aromáticas, pão preto com passas e de castanhas. 



Temas abordados durante a degustação:
. O lugar do pão na dieta mediterrânea
. Pão de fermento natural x pães convencionais: Avaliação Nutricional e Sensorial
. Pães do mundo
. Fornos de lenha

Serviço:
Oficina do Gosto: Em Torno do Pão
Dia: 19/05, das 16 às 20hs * importante pontualidade
Local: Masseria Lorenzo - Rua Sales Guerra, 75 - Lapa
Inscrições: pelo telefone 11 – 3589-3205, com Cenia Salles
Valor-Contribuição: R$ 50,00

segunda-feira, 30 de abril de 2012

Até os sacis vão sentir falta da Léa




Os amigos da Sosaci se despediram da Lea Depresbiteris no sábado, na missa de 7º dia.  Mario, seu companheiro de 35 anos, levou este lindo quadro que retrata muito bem a amiga numa mesa de boteco no Mercadão. Vou pra festa do Divino de São Luiz do Paraitinga, mas esse ano não vai ser a mesma coisa sem a Léa.Os sacis também vão sentir falta dessa figura tão delicada, sempre pronta pra cometer alguma gentileza. Salve Léa!

sexta-feira, 27 de abril de 2012

Muitas opções pra aproveitar o feriadão em Sampa

São Paulo tem lá seus problemas, mas por outro lado, as opções culturais e de graça são muitas.  Às vezes penso que uma coisa compensa a outra.  Pra aproveitar o feriadão, algumas sugestões.



 Exposição Índia



No Centro Cultural Banco do Brasil, essa exposição precisa ser vista com tempo, porque os vídeos que compõem o conjunto à mostra são muito ilustrativos da cultura indiana.  Objetos, arte, vídeos, e recortes da cultura milenar estão ali. As religiões presentes na India também são um capítulo à parte.

Data:    Até 29 de abril de 2012no  CCBB - Rua Álvares Penteado, 112 - Centro
Terça a domingo, das 9h às 21h | Telefones: (11) 3113-3651/52 - Entrada franca



Guerra e Paz, de Portinari





Exposição que ocupa 3 espaços do Memorial da América Latina e mostra o processo de produção dos painéis que hoje estão em exposição na ONU. Os painéis foram restaurados e podem ser vistos num salão enorme. Lindos 
  Até 20 de maio de 2012, no Memorial da América Latina (Av. Auro Soares de Moura Andrade, 664) - Horário: terça a domingo, das 9h às 18h. Visitem a página do Guerra e Paz




 Exposição de fotografias de Manuel Álvarez Bravo



No Instituto Moreira Salles, uma mostra de fotos do mexicano Manuel Álvarez Bravo. De terça a sexta, das 13h às 19h e Sábados, domingos e feriados, das 13h às 18h. (Rua Piauí, 844, 1º andar, Higienópolis - Tel.: (11) 3825-2560)

algumas fotos do mexicano Álvarez Bravo 





 Feira gastronômica no 1º de Maio

 


No 1º de Maio da CUT, aqui em São Paulo, vai ter shows e feira gastronômica. No dia 30 tem shows e a feira gastronômica (promete ser muito boa, vai ter até o rojão), e no dia 1º shows e palavrórios próprios das comemorações de 1º de maio - tudo isso no Anhangabau.
Vejam a programação completa aqui



Cineclube Cinemateca



Essa é pra ver em casa. No site Cineclube Cinemateca se pode ver on-line e de graça filmes completos de 26 grandes diretores, pelo menos cinco longas de cada diretor, com os cartazes originais de lançamento, a maioria em grande formato. São 140 títulos (há acréscimos e trocas). 75% deles são falados, dublados ou legendados em inglês, 30%, em espanhol. 25% em francês, 20% em italiano, 10% em português e 9% em alemão.
Vejam o catálogo disponível aqui


quinta-feira, 26 de abril de 2012

Feira gastronômica na Virada Cultural




Alex Atala inaugura atração gastronômica do Minhocão na Virada Cultural servindo 500 porções de sua Galinhada Dalva e Dito*

 “Chefs na Rua – Mercado e Cultura Gastronômica” reunirá 22 Chefs famosos no Minhocão. Pratos custarão entre R$ 5 e R$ 15

Erick Jacquin servirá a tradicional sopa de cebola das 2 às 6 da manhã. Demais chefs entram no circuito de 20 barracas a partir das 8 horas do domingo.

Mercado Mundo Mix inicia suas atividades às 17 horas do sábado e apresenta novas tendências

O elevado Costa e Silva, mais conhecido como Minhocão, entra no perímetro da 8ª edição da Virada Cultural de São Paulo. Nele estarão concentradas duas atrações: Chefs na Rua – Mercado e Cultura, inédita na Virada Cultural, e o Mercado Mundo Mix, que retorna ao evento com novos talentos e ideias do mundo da arte, música, moda e design. 

Com a curadoria de Checho Gonzales e Daniela Narciso, Chefs na Rua – Mercado e Cultura Gastronômica unirá a alta gastronomia à comida de rua em 20 barracas, nas quais o público poderá saborear pratos preparados por chefs renomados. A atração começa à meia noite do domingo, dia 6, com 500 porções da Galinhada Dalva e Dito de Alex Atala. Duas horas depois, o francês Erick Jacquin entra no circuito para servir a tradicional sopa de cebola até às 6 da manhã. Os demais chefs darão sequência na ação a partir das 8 horas do domingo. 
Os pratos serão vendidos a preços populares, entre R$5 e R$15. Para o pagamento será aceito apenas dinheiro. Também fazem parte do cardápio os pratos: Sanduíche de Copa Lombo, por Henrique Fogaça, Arroz Carretero com Pipoca, por Marcio Silva, Tostadas y Micheladas, por Lourdes Hernández, Espetinho de Polpetini de Cordeiro, por Marco Soares, Sanduiches de Pernil em Escabeche e de Frango Defumado, por Paula Labaki e o bom e velho pão de queijo e bolo com café, por Heloisa Bacellar. 
O Mercado Mundo Mix, retorna à Virada Cultural com ideias e tendências do mundo das artes, música, moda e design. A atração começa às 17 horas do sábado, dia 5 e vai até o fim do evento no domingo. Criado em 1994, no Brasil, o Mercado Mundo Mix chegou a Portugal em 2003 e passou por Lisboa, Porto, Coimbra, Cascais e Lagos. 
Confira a programação do Minhocão na Virada Cultural 2012
Local: Elevado Costa e Silva (Minhocão).
Acesso pelas ruas Sebastião Pereira (altura do número 90), Ana Cintra (altura do número 200) e Helvétia (altura do número 800).
Mercado Mundo Mix
Sábado, 05, e domingo, 06, das 17h às 20h. 
Chefs na Rua
Domingo, 06, das 00h às 20h.
Capacidade: em média 2 mil refeições por chef/barraca
Preços acessíveis (R$5 a R$15)
00h – 02h | Alex Atala – Galinhada Dalva e Dito
Entusiasta da comida com identidade, Alex Atala é reconhecido internacionalmente pelo seu desempenho como proprietário do contemporâneo D.O.M (que figura entre os melhores restaurantes do mundo) e consagrado por sua busca incessante de produtos brasileiros de origem. O Chef sobe ao minhocão à meia-noite do dia 6 de maio para inaugurar o evento servindo 500 porções da famosa Galinhada Dalva e Dito.
02h – 06h | Erick Jacquin – Sopa de Cebola
O badalado Chef Erick Jacquin, dono do La Brasserie, o restaurante francês mais premiado de São Paulo, é referência no que se trata de alta gastronomia, mas confessa que adora uma boa comida de boteco. No Brasserie, a especialidade do francês é o foie gras mas para o evento Jacquin servirá a tradicional sopa de cebola das madrugadas da cidade de SP. 
08h – 20h | Dagoberto Torres - Arepas y Ceviches
Colombiano de nascimento, a história de Dagoberto Torres mostra o quanto é versátil: começou com uma barraca de cachorro quente, abriu uma pizzaria, dedicou-se aos estudos e assumiu um restaurante contemporâneo de sucesso em Bogotá. Há 2 anos, sócio e Chef do Suri, está preparando para oferecer no evento seu ceviche clássico e arepas (espécie de pão achatado, numa versão à base de canjica) com carne de porco e guacamole. 
08h – 20h | Danilo Rolim - Montaditos y Tapas
A fama de Danilo Rolim Komessu começou antes da profissão, cozinhando para os colegas de Direito na São Francisco até conquistar o diploma. Depois decidiu cursar gastronomia na Anhembi e no Paul Bocuse em Lyon. Seu bar foi eleito o melhor de comidas, mérito às suas criações com forte influência espanhola, sua dedicação nipônica e estudos sobre a cultura gastronômica brasileira. Terá opções de montaditos e tapas variados. 
08h – 20h | Janaína Rueda - Puchero à Love Story
Janaína Rueda comanda o badalado bar e restaurante localizado num dos pontos mais emblemáticos da cidade, o Edifício Copan. Sua história tem tudo a ver com o centro, lembra os domingos de infância passeando no Minhocão; além disso, já cozinhou várias vezes durante a Virada Cultural. Conquistou uma legião de fãs, pelo seu desempenho na cozinha e pelo cardápio repleto de pratos substanciosos como esse caldo espanhol que prepara: o Puchero à Love Story. 
08h – 20h | Carol Brandão - Trio de Guloseimas
Foi na padaria do pai que Carolina Brandão se interessou por pães e bolos. Intrigada com o processo de preparo dos alimentos, Carolina deixa Araraquara e vai estudar gastronomia em Águas de São Pedro. Em São Paulo, consegue um estágio com Carla Pernambuco, hoje sua sócia. Em 2011 abrem o Las Chicas, uma Gourmet-Garage. É de lá que traz o trio de guloseimas: mini monkey brownie, copinho de arroz doce com doce de leite e coco, quindim com nozes. 
08h – 20h | Henrique Fogaça - Sanduíche de Copa Lombo
Dividindo o tempo entre a cozinha do Sal Gastronomia e os vocais da banda Oitão, Henrique Fogaça ocupa desde 2005 um lugar no pátio da Galeria Vermelho, que foi de um balcão, pensado apenas para Café, a um restaurante que mantém o clima intimista e a cozinha autoral do Chef Rock n'Roll. É nesse ritmo que servirá o sanduíche de copa lombo com vinagrete de maçã e queijo meia cura, logo depois do show do Oitão na Virada Cultural. 
08h – 20h | Benny Novak - Baby Back Ribs & Sweet Corn
O terceiro restaurante de Benny Novak é talvez aquele que mais tem a sua cara. Vidrado na adrenalina da cozinha, Benny recriou em São Paulo o clima típico dos Diners americanos, com trilha sonora e decoração, culminando no cardápio repleto de gostosuras, como as costelinhas de porco ao molho barbecue acompanhadas do milho verde levemente adocicado. 
08h – 20h | Luiz Emanuel - Steak Tartare e Batatas Fritas
Com a mesma intensidade que vive, Luiz Emanuel tem no passado uma temporada como DJ e dono de balada, o seu trabalho com os Chefs Laurent Saudeau e Marc Le Dantec, e o sucesso que fez em seu restaurante Allez, Allez! Sua preciosa habilidade é preparar receitas clássicas francesas e reunir num mesmo prato diferentes combinações de textura e sabor. Seu prato para o evento representa sua expertise: Steak Tartare e batatas fritas. 
08h – 20h | Leandro Freitas e Henry Miguel Caceres - Sushis e Sashimi
É de dentro de uma Kombi que a dupla de experientes sushimen, Henry Caceres e Leandro Freitas faz pratos tradicionais da culinária japonesa com toques contemporâneos, firmando a marca registrada do Nakombi há mais de 15 anos. Entre seus pratos de maior sucesso, destacamos Sunomono de lula, o Guioza preparado artesanalmente, o Temaki de Salmão e o Kombinado da Virada (sushis e enrolados de califórnia, skin, sushi de salmão, uramaki de salmão). 
08h – 20h | Marcio Silva e Daniela Amendola - Arroz de Carreteiro com Pipoca
O bem sucedido modelo de duplo comando na cozinha é marcado pela inventividade e técnica. Inspirados no arroz (Oryza em latim), nome e tema do restaurante, Marcio Silva e Daniela Amendola brincam com o conceito moderno de bistronomia – alta gastronomia, ambiente despojado e preços acessíveis. O arroz carreteiro da Virada é um bom exemplo: típico prato brasileiro com arroz agulhinha e carne seca, em fundo clássico francês, salpicado de pipocas crocantes. 
08h – 20h | Raphael Despirite - Hot Dog à Francesa
Idealizador do projeto Cozinha Bossa Nova que toca em parceria com Chefs amigos da nova geração, e com um fôlego de dar inveja - pois comandar um restaurante e correr maratonas ao mesmo tempo não é para qualquer um -, Raphael Despirite enfrenta mais uma prova: servir hot dog à francesa na baguette durante a Virada Cultural. 
08h – 20h | Daniela França Pinto - Polenta Cremosa com Cogumelo Crocante
Com uma cabeça cheia de ideias e um currículo vasto de empreendedorismo, Daniela França Pinto comanda dois restaurantes de conceitos distintos: o Lola Bistrot & Bar à Vin, de cardápio clássico e delicado, e o criativo Marcelino Pan Y Vino cujo foco está nas produções em forno à lenha, nos pães orgânicos e no prato que tirou do cardápio há pouco tempo, mas que volta para o evento: Polenta cremosa com cogumelos crocantes ou ragú de linguiça de javali. 
08h – 20h | Vitor Sobral, Luis Espanada e Hugo Nascimento - Bolinhos de Bacalhau e Salada
Em perfeita sintonia, os sócios da Aromateca se revezam cruzando o Atlântico para comandar uma equipe de talentos portugueses que operam em duas casas, uma em Portugal e outra aqui. O resultado é visto na delicadeza de temperos que aplicam em receitas clássicas portuguesas. Para a Virada, Hugo servirá os famosos Bolinhos de bacalhau da Tasca e a Salada de bacalhau e grão de bico em molho especial. 
08h – 20h | Checho Gonzáles - Choripan
De origem boliviana e estudioso da gastronomia andina, Checho Gonzáles abdicou de ter seu próprio restaurante para dedicar-se aos eventos e consultorias. Seu passado inclui sucessos como o Na Mesa, Zazá Bistrô, e Ají. Para o evento, servirá o clássico sanduíche da Bacia do Prata, o Choripan, sanduíche de pão e salsicha com molhos variados. 
08h – 20h | Lourdes Hernández - Tostadas y Micheladas
La Cocinera Atrevida, como ela se define, a guisandera e jornalista Lourdes Hernández esbanja ousadia ao trazer receitas típicas mexicanas com toques de criatividade. Seus molhos são preparados com ingredientes de origem, conferindo a seus pratos um sabor único. Costelinhas de Porco em tempero especial que só ela faz, Tostadas de cochinita pibil e revoltijo en salsa verde e Caldito de trasnochados serão os pratos servidos entre doses de Mezcal e outros drinks. 
08h – 20h | 08h Carlos Ribeiro - Buraco Quente de Picadinho Campeão
O paraibano Carlos Ribeiro divide seu tempo entre as panelas do seu restaurante, consultorias e aulas de culinária brasileira para estrangeiros que ministra mundo afora. Seu picadinho Paulista, premiado como o melhor da cidade, será servido em versão “buraco quente”, com o mesmo sabor de sempre, dentro de um crocante pão francês. 
08h – 20h | Rodrigo Oliveira - Baião de Dois do Mocotó
O talentoso Rodrigo Oliveira transformou a casa de produtos nordestinos do seu pai no restaurante que virou case de sucesso internacional. Fiel às origens, dedica-se de corpo e alma ao seu restaurante e à pesquisa de novos ingredientes e receitas. Rodrigo servirá o conhecido baião de dois e os inusitados dadinhos de tapioca. 
08h – 20h | Marco Soares - Espetinho de Polpetini de Cordeiro
Depois de 23 anos atuando em cozinhas estreladas da Europa, entre eles o Plaza Athénée de Paris, o mineiro Marco Soares retornou às suas origens e comanda a cozinha do Oliva Restaurant em um ousado projeto que traz à mesa toda a sua bagagem e experiência da  alta gastronomia internacional. Para o evento, fará duas opções do popular espetinho: de polpetini de cordeiro e de kafta mineirinho de galinha caipira com queijo.
08h – 20h | Paula Labaki - Sanduíches de Pernil em Escabeche e de Frango Defumado
Paula Labaki levou a sério os ensinamentos culinários da mãe cozinheira e seguiu a tradição familiar de se dedicar à boa comida. Para o evento, criou dois sanduíches que representam sua história e a de tantos paulistanos: Pernil das Arábias (pão ciabatta e recheio de pernil assado em escabeche) e Virada Picante (pão sírio com frango defumado na serragem de goiabeira, pasta de queijo, chutney de manga e damasco picante). 
08h – 20h | Renato Carioni - Hamburguer de Pato com Maionese Trufada
Com nove anos de experiência em restaurantes renomados da Europa, o catarinense Renato Carioni comanda três restaurantes na capital paulistana, onde apresenta criações que remetem à sua temporada na Toscana. Ousado e seguro de sua maturidade profissional, criou para o evento um hambúrguer gourmet, à base de carne de pato e molho de maionese trufada. 
08h – 20h | Heloisa Bacellar - Pão de Queijo e Bolo com Café
Difícil saber o que vem primeiro: se ela cozinha porque ama a vida ou se ama a vida por que cozinha, mas também porque ama a sua venda cheia de coisinhas lindas e gostosas. Heloisa Bacellar aproveitou seu aprendizado na Cordon Bleu de Paris para fazer o impossível: melhorar as receitas de bolo da vovó e do típico pão de queijo (feito com queijo da Serra da Canastra) que conquistou o prêmio de melhor da cidade. Café? Sim, para acompanhar. 

* material produzido pela Foco Jornalístico para a Virada Cultural.

Para conhecer a programação completa da Virada Cultural clique aqui 

quarta-feira, 18 de abril de 2012

As delícias de Goiânia



Passear na Feira do Cerrado, em Goiânia, é dar um giro pela gastronomia básica dali.  Não podem faltar a pamonha salgada, os biscoitos doces e salgados, a galinhada, o feijão tropeiro e o empadão goiano.  O pequi não poderia faltar.  E está na galinhada, nos licores, nas farofas e em outras guloseimas. O pequi é uma fruta que pra mim se parece com Brasília - não existe meio termo: ou você gosta ou não gosta.Eu, claro, faço parte da turma que gosta. E muito. Aprendi a usar o pequi com minha amiga goiana Laurenice Noleto, a Nonô, que é jornalista de profissão, mas que largou tudo, ou quase tudo (de vez em quando tem umas recaídas), pra se dedicar a fazer licores. O carro-chefe? Chocolate co pequi. Ela mesmo diz que é o Amarula do Cerrado. Delicioso. 

Mas na feira o visitante encontra artesanato de primeira. Digamos que 99% do que é colocado à venda é feito pelos próprios expositores. Tirando uma única banca que vende coisas industrializadas, o restante é mesmo artesanal. 

A feira acontece num parque e as barracas são dispostas em ruas. Para o visitante é uma delícia, porque as barracas ficam sob as árvores. Então dá pra passear tranquilo, mesmo no calor de Goiânia.


 A parte da comida, que é a que mais me chama a atenção em todos os lugares que vou, não fica a dever. 

A galinhada é feita ali mesmo, à vista do freguês e é servida com uma salada tipo vinagrete (com ingredientes cortados maiores) e feijão tropeiro. 



 



Os biscoitos, são capítulo à parte.  Este biscoito de polvilho frito está pra Goiás como o pão de queijo está pra Minas. Com um cafézinho doce...


A pamonha, então, nem se fala. Em Goiás só se come pamonha salgada. Aqui em São Paulo só comemos a doce.  As de lá são recheadas com linguiça, queijo ou jiló.  A massa não é blocada como a nossa, é cremosa e temperada.  Muito boa.



O pequi aparece aqui, nos licores da Nonô. Puro ou com chocolate. Eu que não sou fã de bebidas doces, sou freguesa do licor de chocolate com pequi. Segundo a Nonô, ela juntou dois ingredientes do amor - o pequi e o chocolate.



Então, se forem a Goiânia, visitem a Feira do Cerrado, que acontece todos os domingos das 9h às 13hs, perto do estádio Serra Dourada. Depois posto um pouco do artesanato.

quinta-feira, 12 de abril de 2012

4º Festival Internacional do Filme de pesquisa sobre história e memória da escravidão moderna



PROGRAMAÇÃO

/// De 10h às 12h
OS ESCRAVOS DE ONTEM (DEMOCRACIA E ETNICIDADE NO BENIN)
Les Esclaves d’Hier (Démocratie et Ethnicité au Bénin) / Os escravos de Ontem (Democracia e Etnicidade no Benin), de Éric Komlavi Hahonuu (Universidade de Roskilde, Dinamarca) e Camila Strandsbjerg (Universidade de Copenhagem, Dinamarca).
30 min., francês com legendas em português, 2011.
Prêmio do Juri no 4º festival do filme de pesquisa no Museu do Quai Branly (maio/2011) e no 2º festival do filme de pesquisa Cultura, Diáspora e Cidadania, em Lyon (fevereiro/2012).
PASSADOS PRESENTES: MEMÓRIA NEGRA NO SUL FLUMINENSE
de Hebe Mattos (UFF) e Martha Abreu (UFF)
Roteiro | Hebe Mattos, Martha Abreu e Isabel Castro
Fotografia | Guilherme Fernández
Montagem | Isabel Castro (Mestre em Cinema, Paris VIII e Paris III)
LABHOI-UFF, 43 min., português, 2011.
Sinopse: O filme apresenta momentos da história dos descendentes de escravos dos antigos domínios da família Souza Breves na região Sul do Estado do Rio de Janeiro, especialmente nas regiões do Bracuí e Pinheiral. Coloca em destaque uma vigorosa tradição oral que protege do esquecimento informações sobre o tráfico ilegal de escravos e sobre experiências de antepassados cativos e libertos.
RESULTADOS DO INVENTÁRIO DOS LUGARES DE MEMÓRIA DO TRÁFICO ATLÂNTICO DE ESCRAVOS E DA HISTÓRIA DOS AFRICANOS ESCRAVIZADOS NO BRASIL
Apresentação e debate com as historiadoras Martha Abreu e Hebe Mattos e o antropólogo Milton Guran, representante brasileiro no projeto “Rota do Escravo: Resistência, Herança e Liberdade" da UNESCO.

/// Às 14h
QUILOMBO (A OUSADIA DE LUTAR PELA LIBERDADE)
De Nina Tedesco (doutoranda de Comunicação Social da UFF) e Renata Azevedo Lima (pesquisadora e diretora de produção, historiadora da Fundação Cultural Casimiro de Abreu /RJ e mestranda de História da UFF).
17 min., português, 2010.
Sinopse: O filme investiga uma localidade na região serrana do município de Casimiro de Abreu (RJ) chamada “Quilombo”. O acesso é difícil, estrada de chão sinuosa e esburacada, com altitude mínima de cerca de 700m, abundância de água e terra fértil. Chegando lá, nenhum negro foi encontrado, apenas descendentes de colonos suíços. A questão “o nome do local tem relação com o passado de resistência dos escravos?” é o fio condutor do filme, que reúne entrevistas com moradores e ex-moradores do Quilombo, moradores da cidade de Casimiro e historiadores, além de belíssimas imagens da natureza do local, imagens de mapas e manuscritos sobre a região, produzidos no início do século 19, e ruínas arqueológicas. A trilha sonora é uma interpretação original de ritmos africanos
MARACATU ESTRELA DE OURO DE ALIANÇA
de Laure Garrabé (Doutora em Antropologia, Lyon 2/Paris VIII, França)
24 minutos, Amsterdam, 2010.
Sinopse: A Zona da Mata de Pernambuco, terra do açúcar na civilização dos ritmos é o berço do maracatu de baque-solto, forma de expressão local ao mesmo tempo dançada, musicada e dramatizada onde as estéticas negra e cabocla fabricam identidade sem etnicidade. Como a cada ano, desde esta Terra do Maracatu, o grupo Estrela de Ouro de Aliança inicia sua viagem de três dias e três noites durante o qual ele irá de cidades do interior até a capital, Recife, apresentar sua nação diante da Comissão carnavalesca para disputar a melhor performance do ano de 2007. Entre sons, cores e experiências, este filme mostra também ritmos: não apenas o baque-solto através do qual os maracatuzeiros se reivindicam e se dão a perceber, mas também a transformação de outras temporalidades (tradições, ritos, esperas, competição, fadiga, movimentos e voz) e sua industrialização progressiva respondendo às leis de entretenimento.
/// Às 15h
O MANUSCRITO PERDIDO
de José Barahona, documentário, Portugal/Brasil.
Fotografia | Marcela Bourseau
Montagem | Carolina Dias
Vencedor do Prêmio TV Brasil da 15ª Mostra Internacional do Filme Etnográfico
Produção | David, Golias/Refinaria Filmes, Portugal/Brasil
79 min., 2010
Sinopse: Através da busca pelo manuscrito perdido de Fradique Mendes, poeta e aventureiro português do século 19, o filme nos faz refletir sobre a colonização portuguesa, as origens da sociedade brasileira e algumas questões sociais contemporâneas, como a luta pela terra.

/// Às 17h
OS ESCRAVOS DE ONTEM (DEMOCRACIA E ETNICIDADE NO BENIN)
Les Esclaves d’Hier (Démocratie et Ethnicité au Bénin)/ Os escravos de Ontem (Democracia e Etnicidade no Benin), de Éric Komlavi Hahonuu (Universidade de Roskilde, Dinamarca) e Camila Strandsbjerg (Universidade de Copenhagem, Dinamarca).
30 min., francês com legendas em português, 2011.
Prêmio do Juri no 4º festival do filme de pesquisa no Museu do Quai Branly (maio/2011) e no 2º festival do filme de pesquisa Cultura, Diáspora e Cidadania, em Lyon (fevereiro/2012).

/// Às 17:30h
PASSADOS PRESENTES: MEMÓRIA NEGRA NO SUL FLUMINENSE
de Hebe Mattos (UFF) e Martha Abreu (UFF)
Roteiro | Hebe Mattos, Martha Abreu e Isabel Castro
Fotografia | Guilherme Fernández
Montagem | Isabel Castro (Mestre em Cinema, Paris VIII e Paris III)
LABHOI-UFF, 43 min., português, 2011.
Debate com as historiadoras Hebe Mattos, Martha Abreu, com representantes do grupo de Jongo de Pinheiral, do Quilombo do Bracuí e do Pontão da Cultura do Jongo e do Caxambu.

/// Às 19h
LANÇAMENTO DA CAIXA DE DVDs “PASSADOS PRESENTES” – com os filmes Passados Presentes. Memória Negra no Sul Fluminense (2011, de Hebe Mattos e Martha Abreu), Memória do Cativeiro (2005, de Hebe Mattos, Martha Abreu, Guilherme Fernandez e Isabel Castro), Jongos, Calangos e Folias, Música Negra, Memória e Poesia (2007, de Hebe Mattos e Martha Abreu), Versos e Cacetes, o Jogo do Pau na Cultura Afro-fluminense (2009, de Matthias Assunção e Hebe Mattos). Coquetel de lançamento na Livraria da Travessa do CCBB. Entrada franca.

4º FESTIVAL INTERNACIONAL DO FILME DE PESQUISA SOBRE HISTÓRIA E MEMÓRIA DA ESCRAVIDÃO MODERNA
Tema | CULTURA, DIÁSPORA E CIDADANIA
Centro Cultural Banco do Brasil,
Local | Cinema II | Rua Primeiro de Março, 66 – Centro
Telefone: (21 3808 2020)
Data | 25 de abril de 2011
Horário | de 10h às 19h
Entrada franca.
Metrô | Uruguaiana
Facilidades para deficientes